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Licenciatura em Educomunicação


O Departamento de Comunicações e Artes (CCA) reúne 21 docentes e 6 funcionários, cumprindo diferentes funções no espaço da ECA/USP. Na Graduação, além do curso de Educomunicao, oferece 13 disciplinas obrigatórias para os cursos de Biblioteconomia, Editoração, Publicidade, Relações Públicas, Turismo e Design (FAU-USP). Também ministra disciplinas optativas para todos os cursos da USP, atendendo uma média de 1300 alunos a cada semestre. Na Pós-graduação integra três diferentes programas, nas áreas da comunicação e das artes; na Cultura e Extensão, mantém dez centros de pesquisa, apresentando-se como o departamento da USP com maior densidade na oferta de cursos, tendo atendido mais de 30 mil interessados nos últimos dez anos.  A secretaria do Departamento fica localizada no 2º andar do prédio central da ECA-USP (Sala 213) e funciona das 8h às 23h. Possui dois laboratórios de informática - um deles com computadores Mac para edição de vídeos, para uso dos alunos do curso de Educomunicacão . Possui também um estúdio de TV e Rádio, funcionando das 14h às 23h.

Veja abaixo mais informações sobre o curso de graduação e especialização em Educomunicação, Revista Comunicação & Educação e algumas das ações do Departamento de Comunicações e Artes no âmbito da Pesquisa e Extensão.

 

 

 


Por que uma licenciatura em Educomunicação?

 

Esse novo projeto de formação universitária parte da contribuição das ciências humanas, especialmente dos campos da comunicação e da educação, bem como das práticas sociais relacionadas aos âmbitos da produção midiática, dos estudos da recepção, do uso social e pedagógico das tecnologias nos processos de educação formal e não formal, no Brasil e na América Latina. Nesse contexto, o novo curso destina-se a preparar, simultaneamente, um professor de comunicação para a educação básica, especialmente o ensino médio, e um consultor tanto para o próprio sistema educacional, quanto para as organizações, veículos de comunicação e empresas envolvidas com o tema.

Na qualidade de professor, o educomunicador irá suprir a demanda criada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional quando, já nos meados da década de 90, introduziu a comunicação, suas tecnologias e suas linguagens como conteúdos e como suportes metodológicos no ensino médio brasileiro. Na qualidade de consultor, o educomunicador poderá prestar serviços no espaço dos meios impressos, audiovisuais e digitais, assim como em projetos mantidos por organizações e empresas, voltados para a gestão da comunicação em ambientes educativos ou em áreas de produção destinadas à educação. A iniciativa da pratica educomunicativa decorre da demanda que emerge no contexto da Sociedade da Informação, tanto na esfera da educação formal (sistema de ensino regido pelas Diretrizes para o Ensino Fundamental de Nove Anos; ações decorrentes do plano de reforma para o Ensino Médio, além das práticas de EaD), não formal (o trabalho com infância e juventude, envolvendo a recepção e a produção midiáticas) e informal (a produção dos meios de comunicação - como a TV o rádio e os recursos digitais - direcionada à infância e juventude ou, de alguma forma, relacionada à educação e cultura).

 

Infraestrutura

 

A licenciatura em Educomunicação tem a coordenação do Departamento de Comunicações e Artes da ECA. é oferecida no período noturno, com duração de oito semestres. O programa prevê disciplinas teóricas, envolvendo o campo da comunicação e as teorias da educação, trabalhadas sempre de forma interdisciplinar, assim como disciplinas voltadas para a prática educomunicativa, possibilitando ao aluno situar-se na sociedade da informação e tomar conhecimento das novas exigências que decorrem do complexo mundo em que as novas gerações passam a viver, nesse início do século XXI. A complementação pedagógica é feita mediante frequência nas disciplinas da Faculdade de Educação, bem como na realização de estágios nas diversas áreas de atuação do profissional da área: a docência, a consultoria e a pesquisa.

 

Inserção Profissional


O educomunicador será preparado para aproximar seu perfil ao de um gestor de comunicação no espaço educativo. Um profissional que conhece suficientemente, de um lado, as teorias e práticas da educação, e, de outro, os modelos e procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e do uso das tecnologias, de forma a exercer atividades de caráter multidisciplinar, tanto na docência quanto na coordenação de trabalhos de campo, na interface comunicação/educação. Nos dois casos, espera-se deste profissional a habilidade para administrar conflitos e a criatividade para encontrar soluções que melhorem os processos educativos, sejam os formais (escolares) quanto os não formais (desenvolvidos pelas organizações sociais) e, finalmente, os informais (implementados pelos meios de comunicação voltados para a educação e cultura).

 

Especialização em Educomunicação

 

 

Descrição: o Educomunicador tem expressamente o perfil de um gestor de processos comunicacionais. Um profissional que conhece suficientemente, de um lado, as teorias e práticas da educação, e, de outro, os modelos e procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e das tecnologias, de forma a exercer atividades de caráter transdisciplinar tanto na docência quanto na coordena- ção de trabalhos de campo, na interface comunicação/educação. Nos dois casos, espera-se deste profissional a habilidade para gestionar conflitos e a criatividade para encontrar soluções que melhorem os processos educativos, sejam os formais (escolares) quanto os não formais (desenvolvidos pelas ONGs) e informais (implementados pelos meios de comunicação voltados para a educação). Público-alvo: educadores, jornalistas, profissionais da área de comunicação em geral, ciências humanas, professores de ensino fundamental e médio. Periodicidade: a atividade é oferecida durante o ano letivo.

Contato: Sandra Alonso e Kelly Sinhorini | (11) 3091-4341 | gestcom@usp.br |

 

Revista Comunicação & Educação

 

Descrição: publicação que tem a missão de evidenciar que os meios de comunicação estão nas salas de aula, no cotidiano das pessoas e nelas introjetad os, de tal modo que, onde houver seres humanos, os meios estarão presentes. A partir dessas premissas, compete ao educador conhecer e utilizar os meios, com vistas à consecução de objetivos didático-pedagógicos previamente definidos nos pla- nejamentos escolares.

Público-alvo: educadores, jornalistas, profissionais da área de comunicação em geral, professores de ensino fundamental e médio.

Periodicidade: semestral.

Contato: (11) 3091-4063 | comueduc@usp.br | http://www.revistas.usp.br/comueduc/

 


Breve histórico

 

Criado em 1967, e integrado originalmente por professores vinculados, em sua maioria, às áreas da Linguagem e das Ciências Humanas, o Departamento de Comunicações e Artes (CCA) abrigou duas missões distintas ao longo da história da ECA. De sua constituição até o início dos anos 90, respondeu pela formação básica de todos os alunos da Escola, oferecendo as disciplinas curriculares de fundamentação teórica (ministrando, desta forma 50% do currículo dos cursos da ECA).

Em 1994 surgiu a Revista Comunicacão & Educação, que completa 21 anos de circulação ininterrupta se encontrando entre as primeiras do gênero em consultas por mestrandos e doutorandos da área da comunicação, em todo o país. Todos as edições da revistas desde 1994 encontra-se disponível on-line gratuitamente no site: 

 

http://www.revistas.usp.br/comeduc/

 

Merecem referência na história do CCA os cursos de extensão animados por seus professores e orientandos. Em seu conjunto, tais atividades alcançaram mais de 30 mil interessados nos últimos doze anos. Entre estes cursos, dois tornaram-se paradigmáticos por representarem um ponto de equilíbrio entre a pesquisa e sua aplicação em políticas públicas: o curso presencial Educom.rádio, desenvolvido entre 2001-2004 para 11 mil professores e alunos vinculados a 455 escolas do ensino fundamental de São Paulo e o curso a distância Mídias na Educação, oferecido, atualmente, em parceria com o MEC e UFPE, atendendo professores das redes estadual e municipais de educação de São Paulo, com uma média 10 mil matriculados desde o início do projeto, em 2006. Na área da Cultura e Extensão, o CCA é considerado um dos departamentos mais produtivos de toda a universidade. Desde 1993, implementa um Curso lato sensu em Gestão da Comunicação, em nível de especialização, que já formou aproximadamente 600 gestores. Em 2012, iniciou a primeira turma do Curso de pós-graduação lato sensu em Educomunicação. 

 

Além disso, seus professores são responsáveis por diversos grupos de pesquisa, que podem ser consultados no seguinte link: 

 

http://www.cca.eca.usp.br/cultura_extensao

 

Os esforços do departamento vêm sendo reconhecidos e legitimados através da adoção do conceito e da prática da educomunicação como política pública, nos âmbitos do legislativo e do executivo, nos níveis federal, estadual e municipal. 

A partir de 2004, por exemplo, a cidade de São Paulo passou a contar com um dispositivo legal (Lei 13.941) que estabelece a prática educomunicativa como meta a ser alcançada pelas diversas secretarias do município. Em nível federal, o Ministério do Meio Ambiente adota, desde 2005, o paradigma educomunicativo como orientação para seu programa de educação ambiental. Em 2010, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAME) reafirmou esta política. Por seu turno, o Ministério da Educação incluiu entre os macrocampos do Programa Mais Educação, o conceito da educomunicação, como opção de registro para a outorga de auxílio na implementação de projetos inovadores no ensino médio, atendendo, até o momento, mais de 3.500 escolas em todo o país.

A Licenciatura em Educomunicação, instalada em fevereiro de 2011, representa a mais importante contribuição do Departamento de Comunicações e Artes (CCA) para a área da graduação da ECA/USP. A nova proposta transdisciplinar é oferecida no período noturno, acolhendo 30 novos estudantes a cada ano. O projeto abre um campo diferenciado de atuação para um novo profissional: o educomunicador, a quem caberá a prática docente (professor de comunicação para o Ensino Médio) assim como o exercício de consultorias junto aos órgãos governamentais, à mídia, ao sistema educacional (fundamental, médio e superior) e ao terceiro setor, em áreas relacionadas às diferentes interfaces entre comunicação, tecnologias de informação, artes e educação. O educomunicador converte-se num pesquisador permanente dos fenômenos na interface comunicação/educação. Hoje, além da licenciatura, o CCA oferece disciplinas, nas áreas de competência de seus 21 docentes, aos diferentes cursos de graduação da Escola, mediante o atendimento a aproximadamente 1300 matrículas de alunos da Escola e da própria USP, a cada semestre. Os mesmos professores atuam, como pesquisadores e orientadores, em três diferentes programas de pós-graduação, a saber: (1) Ciências da Comunicação; (2) Integração da América Latina e (3) Interunidade em Estética e História da Arte), destacando-se, na ECA, pelo volume de sua produção acadêmica. No dia 9 de abril de 2015 foi publicado, no Diário Oficial do Estado de São Paulo, o reconhecimento do curso, por parte do Conselho Estadual de Educação. A Licenciatura em Educomunicação havia sido aprovada pelo Conselho Universitário, em novembro de 2009, tendo o curso sido instalada em março de 2011.

No momento, cinco turmas em funcionamento e 110 alunos inscritos, o curso prepara-se para formar os primeiros educomunicadores, que, no momento, escrevem seus TCCs para defesa pública até meados do corrente ano. O reconhecimento dos cursos de licenciatura por parte do Conselho Estadual de Educação faz parte da rotina universitária e deve ser solicitado pela Universidade após os quatro primeiros anos de funcionamento do programa. A obtenção do reconhecimento legitima o diploma a ser outorgado aos alunos que finalizarem o curso, após cumprirem o que estabelece o currículo adotado pela Universidade.

 

(Clique aqui para acessar a página do Diário Oficial)

 

No caso da Licenciatura em Educomunicação, o reconhecimento do CEE tem um valor peculiar, levando em conta tratar-se de um programa que forma licenciados para trabalhar na educação básica numa área absolutamente nova para o sistema educacional formal: a comunicação. Entendem os coordenadores e professores da Licenciatura que a aprovação do curso pelo CEE facilitará o diálogo com os sistemas de ensino público e privado, bem como com as organizações que trabalham com práticas educomunicativas, no sentido de acolherem o formando, para estágios supervisionados, além de empregarem os recém-formados para cumprirem atividades previstas na interface entre a comunicação e a educação. Perfil dos alunos Algumas características diferenciam o perfil dos alunos da Licenciatura em Educomunicação dos inscritos nas demais 42 licenciaturas da USP: 1ª. A porcentagem de alunas é a mesma que a de alunos: 50%, enquanto nas demais licenciaturas predomina o sexo feminino que, em alguns cursos, chega a configurar 90% dos matriculados; 2ª. Um total de 50% dos matriculados realiza sua segunda formação, em nível de graduação; 3ª. Um total de 20% dos inscritos já possui pós-graduação (especialização, mestrado, doutorado ou, mesmo, pós-doutorado em áreas de sua primeira formatura). Estrutura do curso A Licenciatura em Educomunicação é coordenada pelo Departamento de Comunicações e Artes da ECA/USP. É oferecida no período noturno, com duração de oito semestres. O programa possui disciplinas teóricas, envolvendo o campo da comunicação e as teorias da educação, trabalhadas sempre de forma interdisciplinar, assim como disciplinas voltadas para a prática educomunicativa, possibilitando ao aluno situar-se na sociedade da informação e tomar conhecimento das novas exigências que decorrem do complexo mundo em que as novas gerações passam a viver, nesse início do século XXI. A complementação pedagógica é feita mediante frequência a disciplinas da Faculdade de Educação, bem como da realização de estágios nas diversas áreas de atuação do profissional da área: a docência, a consultoria e a pesquisa.

 

Perfil do novo profissional

O educomunicador será preparado para aproximar seu perfil ao de um gestor de comunicação no espaço educativo. Um profissional que conhece suficientemente, de um lado, as teorias e práticas da educação, e, de outro, os modelos e procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e do uso das tecnologias, de forma a exercer atividades de caráter transdisciplinar, tanto na docência quanto na coordenação de trabalhos de campo, na interface comunicação/educação. Nos dois casos, espera-se deste profissional a habilidade para gestionar conflitos e a criatividade para encontrar soluções que melhorem os processos educativos, sejam os formais (escolares) quanto os não formais (desenvolvidos pelas organizações sociais) e, finalmente, os informais (implementados pelos meios de comunicação voltados para a educação e cultura). Professor de Comunicação O educomunicador será preparado para aproximar seu perfil ao de um gestor de comunicação no espaço educativo.

 

Um profissional que conhece suficientemente, de um lado, as teorias e práticas da educação, e, de outro, os modelos e procedimentos que envolvem o mundo da produção midiática e do uso das tecnologias, de forma a exercer atividades de caráter transdisciplinar, tanto na docência quanto na coordenação de trabalhos de campo, na interface comunicação/educação. Nos dois casos, espera-se deste profissional a habilidade para gestionar conflitos e a criatividade para encontrar soluções que melhorem os processos educativos, sejam os formais (escolares) quanto os não formais (desenvolvidos pelas organizações sociais) e, finalmente, os informais (implementados pelos meios de comunicação voltados para a educação e cultura). Atuação no Ensino Médio Justamente neste momento, o MEC se mobiliza em torno de uma reforma do ensino médio que atenda as necessidades da educação integral do jovem brasileiro. Pesquisas apontam que apenas 13% dos estudantes que concluem o ensino médio passam ao ensino superior. No entanto, durante décadas, todos os estudantes, independentemente de seu destino após o segundo grau, têm sido conduzidos a cumprir, nos anos de sua formação secundarista, uma rotina de aprendizagem induzida pelos exames vestibulares. Este modelo de educação, em vigência por décadas seguidas, acabou, em consequência, por naturalizar e legitimar a fragmentação do ensino em conteúdos estanques.

O que o governo pretende, hoje, é justamente promover uma mudança nessa mentalidade, favorecendo, em última instância, a busca por caminhos transdisciplinares, permitindo um contato mais íntimo com a cultura local e as diferentes formas de expressão, preparando os estudantes do ensino médio para um diálogo mais próximo com a empregabilidade e a prática da cidadania. É exatamente para oferecer ao sistema de ensino profissionais em condições de colaborar com as propostas de mudanças em vigor que a ECA-USP decidiu, em colaboração com a FE-USP oferecer a nova oportunidade de formação docente. Se o ensino médio integral exige profissionais em condições de atender à diversidade de atividades requeridas, não podemos nos esquecer do ensino médio profissionalizante que se apresenta, hoje, como um espaço absolutamente aberto ao estudo e à prática da comunicação no espaço escolar.

 

Consultoria ao Terceiro Setor

 

No âmbito da consultoria, o educomunicador exerce função de analista e assessor de organizações do terceiro setor, de empresas, de estabelecimentos de ensino e de organismos públicos, no planejamento e implementação de projetos na interface comunicação/educação. Espaços para o educomunicador, como consultor ou gestor destes projetos, não faltam, portanto. Na verdade, cada vez mais, organizações privadas, impulsionadas pelo conceito da responsabilidade social, aproximam-se do mundo infanto-juvenil, com propostas de prestação de serviços nas áreas da redução da violência, da formação para a cidadania e da empregabilidade, incentivando programas voltados à alfabetização midiática e ao uso das tecnologias para ampliar a mobilidade da nova geração frente a um mundo cada vez mais competitivo. Exemplos conhecidos foram os desenvolvidos em todo o país, nos anos 90, do Instituto Ayrton Sena, sob a bandeira da “educação pela mídia”. No momento, uma associação de ONGs tem na educomunicação seu referencial teórico-metodológico. Trata-se das instituições vinculadas à Rede CEP- Comunicação, Educação e Participação (www.redecep.org.br). Pois bem, uma quantidade crescente de iniciativas está à espera de especialistas na inter-relação comunicação/ tecnologia/educação. Atuação na Mídia Um dos campos mais promissores de atuação para o novo profissional é a própria mídia, incluindo, neste espaço, os veículos impressos e as emissoras de rádio e de TV que implementam, de forma crescente, programas e projetos voltados para a educação. O educomunicador não substitui os tradicionais profissionais da comunicação, mas agrega valor às equipes por seus conhecimentos específicos sobre a natureza da inter-relação comunicação/educação. Outro campo de trabalho promissor é representado pelos cen tros independentes de produção midiática e pelas universidades e empresas que dão suporte aos projetos de educação a distância.

Entre as experiências educomunicativas bem sucedidas, na fase que precedeu o lançamento da licenciatura, encontra-se a produção, por educomunicadores do NCE- USP, de 80 edições consecutivas da página “Pais e Mestres”, distribuidas, aos domingos, pelo Jornal da Tarde, em São Paulo. No caso das TVs educativas ou culturais, a área de trabalho para o novo profissional passa a ser reconhecida por gestores como Lúcia Araújo, gerente do Canal Futura que, em entrevista recente, declarou que a emissora tem planos de aproveitamento imediato de educomunicadores para reforçar seu quadro de atuação na sua relação com a sociedade e o sistema educativo do país.